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Pedigree Agility Care - Para que eles recuperem a energia

As doenças nas articulações também são comuns nos nossos amigos de quatro patas, afectando um em cada cinco cães e com um aumento da tendência para este tipo de doenças a partir dos quatro anos. Sabendo quem em Portugal 60% dos cães têm pelo menos 4 anos e 22% tem mais de 8 anos, a Pedigree® desenvolveu Pedigree® Agility Care, que ajuda a promover a mobilidade de cães com problemas de articulações num prazo de seis semanas.

O que é Agility Care?

Raças Grandes

Os cães de raça grande têm
Agility Care a pensar neles

Raças Medias

Agility Care está disponível
para cães de raça média

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Pedigree Agility Care+ - Raças Grandes

Porque um cão grande necessita de ajuda à altura, Agility Care
conjuga uma mistura única de ingredientes naturais, denominada
CPA Complex™ +. Esta combinação, apresentada em versão snack
contém Omega3, Glucosamina, Mexilhão Verde e Metionina,
ingredientes essenciais para lutar contra problemas nas articula-
ções e que, administrados na forma recomendada, podem dar
ao seu cão a alegria de outros tempos.

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Pedigree Agility Care+ - Raças Médias

Pedigree® Agility Care é um delicioso snack que conjuga uma
mistura única de ingredientes naturais, denominada
CPA Complex™ +. Esta combinação contém Omega3, Glucosamina,
Mexilhão Verde e Metionina, todos eles com um papel importante
na luta contra problemas nas articulações e sua regeneração,
de forma adequada às necessidades do seu cão.

Como é que Agility Care actua nas articulações

Dupla acção: combatendo a inflamação; fortalecendo e lubrificando as articulações.

Concebido para fornecer compostos anti-inflamatórios naturais suficientes para o corpo combater a inflamação associada aos problemas articulares, Pedigree Agility Care fornece também blocos de construção para fortalecer a articulação e ajudar a restaurar os efeitos de amortecimento e lubrificação que se perdem muitas vezes com a doença articular. Ao visar as causas primárias e não os sintomas, oferece um alívio eficaz para a fraca mobilidade e ajuda os cães a melhorarem a sua mobilidade.

Está cientificamente provado que Pedigree® Agility Care contribui para aliviar o desconforto articular e pode fazer uma diferença visível em 6 semanas.

Como dar Pedigree® Agility Care ao seu cão

Basta dar-lhe 1 snack por dia, todos os dias. Se por acaso falhar um dia, continue a posologia normalmente no dia seguinte. Tenha apenas em conta que os resultados de Pedigree® Agility Care serão tanto mais eficazes quanto mais à risca seguir o tratamento: 1 snack por dia, durante pelo menos 6 semanas consecutivas.

Por outro lado, Pedigree® Agility Care não terá qualquer efeito no peso do seu cão. No entanto, e porque ao ganhar mais mobilidade é natural que o seu cão se torne mais activo, é possível que ocorra alguma perda de peso.

Por último, não se esqueça de escolher o Pedigree® Agility Care mais adequado, em função do porte do seu cão: Pedigree® Agility Care Raças Médias para cães dos 10 aos 25kg e Pedigree® Agility Care Raças Grandes para cães com mais de 25Kgs.

As raças mais afectadas por doenças nas articulações

Golden Retriever e Labrador: duas das raças mais propensas a este tipo de doenças.

Artrite
Doença progressiva, sem cura. A articulação começa a degenerar, com a cartilagem a partir, reduzindo o efeito de amortecimento e causando inflamação da articulação, o que reduz a amplitude de movimento e provoca dor com cada flexão da articulação.

Sintomas
1. Dor
2. Claudicação
3. Rigidez matinal
4. Inflamação das articulações
5. Crepitação (ruído de fricção das articulações)

A Artrite é uma doença que atinge até 35% dos cães ao longo das suas vidas.

Displasia da Anca
Uma doença que ocorre durante o desenvolvimento, comum em muitas raças de cão, incluindo incluindo Labradores Retreviers, Rottweilers, São Bernardos, Pastores Alemães, Golden Retrievers e muitas outras. Tipicamente, esta doença significa que a articulação coxo-femural não se formou correctamente, isto é, a cabeça do fémur não encaixa perfeitamente na pélvis. Quando isto acontece, o cão nunca mais voltará a andar correctamente e entra numa cascata desde o dia em que a doença lhe é diagnosticada, muitas vezes ainda em cachorro, até ao dia em que lhe é diagnosticada uma doença degenerativa, como a artrite. Apesar de muitas vezes demorar anos até os sintomas da doença articular começarem a aparecer, é quase inevitável o cão vir a desenvolver problemas articulares no futuro.

Envelhecimento
O cão pode não sofrer de artrite clínica ou de displasia da anca e mesmo assim estar a ficar mais lento com a idade, com as articulações um pouco rígidas. Geralmente isso deve-se ao colapso de um dos componentes da articulação, podendo ter várias origens, como o facto de o líquido sinovial se ter tornado um pouco mais espesso, ou o efeito amortecedor ter diminuído.

Embora em situações como a da displasia da anca, Pedigree® Agility Care não possa servir para combater a doença, pode atrasar o aparecimento dos sintomas artríticos, fortalecendo o sistema circundante. A articulação sofrerá inevitavelmente mas, com um “amortecimento” mais forte, um líquido sinovial melhor e uma protecção antioxidante, o sistema natural do cão pode ajudar a atrasar a perda de mobilidade associada aos problemas artríticos.

Nos restantes casos os seus efeitos benéficos podem melhorar substancialmente a qualidade de vida dos cães, conseguindo-se em alguns casos resultados incriveis de melhoria ao nível da mobilidade do seu melhor amigo.

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A Displasia da Anca – o Boxer e o Golden Retriever

Apesar da sua estatura forte e atlética, os Boxers e os Golden Retriever podem sofrer da doença conhecida por displasia da anca. Esta doença genética (hereditária) é uma enfermidade progressiva e degenerativa da anca. Afecta principalmente cães de raça grande, surgindo geralmente pela primeira vez em cachorros entre os 4 e os 12 meses de idade.

Quando um cão tem displasia da anca, as articulações desenvolvem-se de forma anómala. A cabeça do fémur, ou osso da coxa, não encaixa correctamente no acetábulo. As articulações desta “bola e do acetábulo” tornam-se assim deformadas e instáveis, causando inflamação e fraqueza.

Como reconhecer os sintomas

Os cães com displasia da anca podem caminhar ou correr com alterações da marcha, resistindo frequentemente a movimentos que exijam uma extensão total das patas traseiras. São relutantes ao salto, e podem correr “aos saltinhos”. Muitas vezes revelam rigidez e desconforto nas patas traseiras, depois de fazerem exercício e/ou ao levantarem-se após o descanso.

Estes sinais não significam que o cão está com dores, ele pode apenas levar a cabo as actividades de forma diferente, de modo a não sentir dor. À medida que a doença progride, o cão poderá perder o tónus muscular e precisar até de ajuda para se levantar.

Diagnóstico e tratamento

Caso suspeite que seu cão sofre de displasia canina, leve-o de imediato a um veterinário. Apenas através de uma radiografia será possível determinar se ele sofre desse problema.

Muitos cães com displasia da anca podem ser tratados com medicação de alívio da dor. O factor mais importante no controlo da displasia da anca é manter os músculos das pernas traseiras o mais tonificados possível. Isto significa manter o cão activo com caminhadas, corridas e natação - actividades de menor impacto para as articulações. São muitos os cães com displasia da anca que podem ser tratados com exercícios e medicamentos até uma idade avançada.

Dicas para minimizar a displasia da anca

• Não alimente o seu cão em demasia. O excesso de peso cria uma maior carga para as articulações suportarem. Se um cão tem tendência para sofrer ou sofre de displasia da anca, isso pode agravar a situação.

• Controle o tipo de exercício do seu cão. Saltar para cima e para baixo, de grandes alturas pode ser perigoso, assim como aguentar-se nas patas traseiras por longos períodos de tempo. As actividades acrobáticas, como a bola e o frisbee, tornam-se também stressantes para as articulações, devendo ser evitadas.

Embora actualmente os investigadores conheçam mais a fundo este problema degenerativo e doloroso, estão ainda a ser desenvolvidos estudos para auxiliar cães sofredores e prevenir a incidência da doença.

O que significa redução de mobilidade?

Mais dificuldade em saltar, correr, andar ou simplesmente levantar-se.

As Articulações são as junções que permitem que o nosso corpo se mova suave e livremente. Elas absorvem o choque quando andamos ou corremos, transferem as cargas e pressões pelo nosso corpo para que os ossos não fiquem sobrecarregados e partam e, principalmente, elas fornecem um amortecedor entre os ossos, para que estes não se desgastem com os movimentos.

As articulações caninas são basicamente iguais às humanas, apesar de algumas diferenças cruciais na forma como os cães crescem e vivem que as tornam mais susceptíveis a problemas articulares numa idade precoce. Se considerarmos que estamos a falar de cães com cerca de 3 anos que sofrem já as fases iniciais de artrite, quando a maioria dos humanos tem já mais de 50 ou 60 anos quando a artrite lhe é diagnosticada, é evidente que algo tem de ser diferente.

Um dos problemas dos cães é o ritmo a que eles crescem. Algumas raças gigantes multiplicam o seu peso mais de 100 vezes no primeiro ano de vida. A consequência deste facto é que as articulações não têm tempo suficiente para se formar e fortalecer antes de serem sujeitas às elevadas tensões da corrida de um cão adulto.

A própria natureza dos cães também está contra eles. Praticamente desde o primeiro dia, os cães correm e brincam até se cansarem. Mais uma vez, a sua actividade nos primeiros meses de vida exerce muita pressão nas articulações recém-formadas. Se compararmos estes dois factores com os humanos, que crescem significativamente mais devagar e não são especialmente activos nos primeiros meses de vida, quando o tecido articular se está a formar e os ossos estão a crescer, começamos a perceber de onde vêm as diferenças.

A redução de mobilidade torna-se então uma consequência de todos estes factores, podendo ser identificada em diversos momentos do quotidiano, bastando para isso prestar atenção ao comportamento do seu cão. Existem, por exemplo, vários sinais como demonstrar dificuldade ou demorar a levantar-se, ficar para trás quando passeia com ele ou ter dificuldade em subir/saltar para o carro. Todos são comportamentos que surgem gradualmente, de forma mais ou menos rápida consoante o caso e que afectam a mobilidade e a disponibilidade física do seu companheiro de quatro patas.

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